Botoes



24.7.14

Decisão


Depois de pensar e voltar a pensar, percebi que tenho duas opções em relação à continuidade deste blog neste momento.  
E porque tenho respeito e carinho pelas amigas que fui fazendo por aqui ao longo destes [2 anos e meio] deixo-vos uma questão com uma resposta objetiva.

Para continuar a ser genuína como sempre procurei ser, para continuar a escrever o que quero em liberdade, vejo somente duas opções para que assim continue a ser.

• Fazer as malas para outro lugar. E aí estou certa que os amigos e todos aqueles que gostam de mim e simpatizam comigo me irão encontrar ou privatizar este blog

Pensem e digam-me.


20.7.14

O Caos


Ao abrir um mail amigo retenho -Olha aos poucos, a vida vai dando certo". Depois de um dia particularmente difícil, mais uma vez percebo que só conhecemos o carater das pessoas nos momentos maus, não é mesmo nos momentos bons. Há coisas que não podem servir de desculpa para tudo. 
Por vezes, tudo me parece surreal, mas depois vejo que o caminho está mais que à minha frente. Tenho os pés para um precipício. Mas ainda assim, procuro acalmar as angústias do filho grande dizendo que tudo nesta vida tem solução. Só não existe solução para a morte. 

Se é preciso o Caos para que a vida vá dando certo, então que assim seja. 

Olho para o título do blog e neste momento já nem ele é coerente.



17.7.14

Dos Avós


Os meus pais são avós que se lembram sempre dos netos, mesmo nas pequenas coisas.
Acho piada ter o nome dos meus [3] mosqueteiros em latas de coca-cola.

34 Meses



O Guilherme é energia, é vida, é rebeldia, é entusiasmo. É verdade, está crescido. Um menino a ser cada vez mais independente.
Fala pelos cotovelos. Canta espanholadamente os parabéns, olha o polícia, coração de chocolate e dança, vibra e dança ao som desta música.

Pedala o seu triciclo como ninguém. Tem um enorme fascínio por motas. Diz-me que quer uma, quando o Gui for gande.
Parece-me que as fraldas já eram. Durante o tempo que esteve doente em casa, deixei de lhe pôr fralda. Muitos descuidos fora do lugar, é certo, mas já vai para a escola de cuecas e pelo que sei tem feito tudo na sanita. Restam as fraldas [ainda] para a noite. Mas tudo a seu tempo e sem pressas.

São 34 meses. Sabe que em breve fará [3] anos. Já me fala na feta e nos parabéns do Gui. O miúdo adora festas! 
Ah! E do Mickey. Fala-me do Mickey


16.7.14

Desculpa, Ana


Ana, desculpa-me por ter eliminado o teu comentário, sem querer.
Desculpa.
Obrigada, pela simpatia.


15.7.14

Papel pardo


Tenho emoções, sentimentos, embrulhados em papel pardo. Depositados no peito. Como se fossem malas no porão de um avião.
Não consigo deitá-los para fora. Tudo isto é uma asfixia lenta e demorada. O papel pardo não tem cor.
Ultimamente só escrevo estas coisas sem interesse para os outros. Mas de purga para mim.
Se não disser nada disto, não direi mais nada. 

Entretanto, recebi no correio o meu colar de verão. É perfeito, para ocasiões especiais. Mas ainda não tenho como fotografar a sua beleza.


13.7.14

Os Catos


Hoje escrevo para todas as mulheres, mães, esposas e donas de casa. Hoje tenho vontade de vos dizer em voz amiga, para procurarem a vossa independência financeira. Não dependam do ordenado do vosso marido, ou de outrem. 
Ainda que seja pouco, é vosso. Porque se o vosso chão ruir, os estragos não serão tantos. 
E porque não julguem que só acontecem cenários negros aos outros. E porque o chão de qualquer pessoa cai de um momento para o outro. E porque a vida é mesmo assim. Nada é eterno. Lembrem-se.

A propósito, deitei os catos fora.